Polícia

Líder do PCC na fronteira pode ter ligação com grupo terrorista libanês

Foto: Divulgação

Elton Leonel Rumich da Silva, conhecido como Galant ou Galan, líder do PCC (Primeiro Comando da Capital) na região da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e suspeito de participação na morte de Jorge Rafaat Toumani, pode ter envolvimento com o grupo terrorista libanês Hezbollah.

Conforme divulgado pelo site O Dia, na última sexta-feira (19), o braço do narcoterrorismo no Rio foi citado pelo governador Wilson Witzel, durante uma coletiva. “Em breve, uma investigação revelará a ligação entre o tráfico e o Hezbollhah”, disse. A reportagem de O DIA apurou que uma das investigações em curso é justamente o desdobramento da prisão de Galant.

De acordo com as informações da Polícia Federal em Ponta Porã, a prisão preventiva – cumprida na última semana – foi solicitada para a Justiça Federal de Campo Grande, após comprovada a lavagem de dinheiro. Investigação apontou que Galant usava nome de ‘laranjas’ para lavar dinheiro do tráfico de drogas.

A prisão foi cumprida na Penitenciária Bangu I, no Rio de Janeiro (RJ), onde Galant se encontra detido. Considerado extremamente perigoso, ele chegou a oferecer R$ 7 milhões aos agentes da Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos) para não ter cinco celulares e uma caderneta com anotações de valores levados.

Comentários