Saúde

Unimed anuncia fim de atendimento a pacientes na Santa Casa

Foto: Marina Pacheco/Arquivo

A partir de 13 de maio paciente direcionados para Santa Casa serão redirecionados

Em comunicado divulgado neste domingo (dia 5), a Unimed Campo Grande afirma que os atendimentos dos pacientes pelo plano de saúde na Santa Casa de Campo Grande não serão mais feitos a partir de 13 de maio de 2019.

Segundo o texto, a própria Santa Casa pediu, há um mês, o rompimento do contrato. A assessoria do hospital confirma neste domingo a situação e alega que o contrato traz prejuízo diante do valor pago pela Unimed a título de consultas e procedimentos cobertos pelo plano de saúde - valores e quantidade de pacientes atendidos não foram informados.

Contudo, ainda de acordo com a cooperativa de saúde, as negociações estavam mantidas e, inclusive, uma reunião na segunda-feira (dia 6) está marcada para dar andamento às tratativas – as instituições de saúde negociam uma forma de manter o convênio, mas com alterações.

No documento, a cooperativa afirma que os pacientes direcionados para Santa Casa serão, a partir de 13 de maio, redirecionados para “o Hospital Unimed Campo Grande e aos demais prestadores credenciados". Completa afirmando que a instituição está preparada "para receber os atendimentos eletivos e de urgência e emergência, tanto adulto como pediátrico".

Alternativa – A coluna Jogo Aberto, do Campo Grande News, divulgada no sábado (dia 4), trazia nota que informava a negociação de mudanças no convênio entre Santa Casa e Unimed.

Uma das alternativas ao fim do contrato é a própria cooperativa passar a regular o paciente para Santa Casa, quando for identificada a necessidade, ao invés de o usuário procurar diretamente o hospital para atendimento.

A assessoria do hospital afirma que essa possibilidade será discutida na reunião, até então marcada para amanhã.

Outra situação – As situações não têm relação, conforme a Santa Casa. Contudo, outro problema de contrato envolve a instituição de saúde. Toda a equipe de 21 cirurgiões do hospital interrompeu as atividades, depois de um mês de negociação, em que os profissionais pediam para ser enquadrados no regime CLT, com garantias e vínculos empregatícios.

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