Polícia

MPMS quer esclarecimentos sobre a prisão de policial que matou em cinema

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) quer saber detalhes sobre a prisão de Dijavan Batista dos Santos de 37 anos, policial militar ambiental que matou a tiro Julio Cesar Cerveira Filho, de 43 anos. O crime aconteceu em uma sala de cinema de Dourados, a 225 quilômetros da Capital, no dia 8 de julho.

A promotora Tathiana Correa Pereira da Silva Façanha, da 24ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, determinou envio de ofício ao corregedor-geral da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) no último sábado (3). Ela requisitou instauração de inquérito para apurar, entre outros fatos, as circunstâncias da prisão de Dijavan.

Ao tenente-coronel Carlos Silva, será questionado se ele esteve presente durante a prisão em flagrante de Dijavan, se houve alguma orientação por parte dele aos militares responsáveis pela prisão, sobre como proceder e quando foi o primeiro contato do oficial com Dijavan, além de em que circunstâncias, conforme apurado pelo Dourados News.

No despacho o MPMS também sugere perguntas a serem feitas aos policiais que fizeram a prisão de Dijavan. A intenção é saber “como, onde e quando se deu a prisão em flagrante”, “quanto tempo depois da prisão em flagrante, o flagrado foi apresentado à Delegacia de Polícia Civil”, se “houve alguma orientação sobre a prisão em flagrante por parte do TC Carlos da Silva”, e se “o oficial compareceu ao shopping quando da prisão”.

Denunciado por homicídio e detido no Presídio Militar de Campo Grande, o cabo Dijavan Batista deverá responder “como, onde e quando se deu a prisão em flagrante”, e “quanto tempo depois da prisão em flagrante foi apresentado à Delegacia de Polícia Civil”.

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