Delegacia de Maracaju desvenda latrocínio ocorrido em setembro e prende suspeito

| PC/MS / CARLOS EDUARDO RODRIGUES ORáCIO


Foto:Divulgação

Maracaju (MS): Em 28 de setembro deste ano, a delegacia de Polícia Civil de Maracaju foi acionada acerca da localização de um corpo do sexo masculino, à beira da estrada Rod. MS 164. No local, constatou-se que a vítima havia sido executada com golpes de faca, todavia, não havia qualquer documento pessoal ou outro objeto para identificação do cadáver. A patir das constatações iniciais os policiais começaram as investigações para elucidar a identidade da vítima e motivo da execução.

A vítima foi identificada como sendo morador de Maracaju, de 45 anos de idade.

O trabalho de investigação concluiu que se tratou da prática de crime de latrocínio (roubo seguido de morte) e não homicídio.

As investigações apontaram que na data dos fatos a vítima estava se dirigindo com seu veículo S-10, até uma fazenda, local onde trabalhava como mestre de obras, quando no trajeto foi executado com nove facadas e sua caminhonete e demais pertencentes (carteira, dinheiro e celular) foram subtraídos, sendo o corpo deixado às margens da rodovia.

As investigações concluíram que a vítima levava consigo na caminhonete o suspeito  de ser autor do crime, de 24 anos, o qual havia sido contratado pela vítima para fazer um serviço de pintura em obra na fazenda. Durante o trajeto até o local onde ambos iriam trabalhar, ele executou a vítima e fugiu com a caminhonete e demais pertences.

Imagens obtidas pela equipe policial indicam que a caminhonete foi levada pelo autor do fato até a cidade de Ponta Porã, onde possivelmente foi vendida.

O suspeito estava foragido desde a prática do crime e após intenso trabalho investigativo, apurou-se que ele estaria escondido na cidade de Ivinhema.

Com apoio da Polícia Civil de Ivinhema, ele foi localizado nesta quinta-feira, escondido em uma residência.

Ele foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva, expedido após pedido da delegada de polícia, Glaucia Fernanda Valerio, e responderá pelo crime de latrocínio, cuja pena máxima é de 30 anos.



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