Caminhoneiros pedem reunião com Bolsonaro para evitar greve em fevereiro

A categoria tem uma lista com dez reivindicações para apresentar ao governo

| TOP MíDIA NEWS/NATHALIA PELZL


Crédito: Tânia Rego - Agência Brasil

O presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, afirmou que a greve dos caminhoneiros prevista para o dia 1º de fevereiro vem crescendo em adesões e poderá ser maior do que a realizada em 2018.

As informações foram divulgadas no G1. 

Segundo ele, a classe está com crescente insatisfação em relação ao preço do diesel e às promessas não cumpridas após a paralisação durante o governo de Michel Temer.

'A pandemia nunca foi problema. A categoria trabalhou para cima e para baixo durante a pandemia. Muitos caminhoneiros ficaram com fome na estrada com os restaurantes fechados, mas nunca parou', afirma Stringasci.

A categoria tem uma lista com dez reivindicações para apresentar ao governo. 'Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem). Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis, com reajuste a cada seis meses ou um ano”, diz.

Outras reivindicações são o preço mínimo de frete, parado no Supremo Tribunal Federal (STF), após um recurso do agronegócio, e a implantação do Código Identificador de Operação de Transporte (Ciot), duas conquistas de 2018.

Para resolver a questão e não fazer a greve, os caminhoneiros querem uma reunião com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, que recebeu o apoio da categoria nas eleições de 2018.  



PUBLICIDADE
PUBLICIDADE